Category Archives: Uncategorized

impulsive

They put me on a string…

I felt like I’ve been in a manicomio world

They forced me to eat that marvalleous food

They clap my hands, as if I was satisfied

I scream out inside

My inside revolving

You’re smilling keeping

I was up to be the happiest person in this second

You don’t even know what’s the heaven like

I’ve been thourgh in this now, moment

Bring me back to the eternity

The choosing

Untied my hands

Untied it so I can get out of this faking plastic happiness

The everybody was dreaming with this dream not made for me

But this terrible beautiful world still exist

 

I’m the fool, I’m fool bring from nowhere, the actions that

You’ll never predict

And if you put me in this nonsense reality

My whole body will hurt

My body pulses, my body still a teenage claming for a silly chocolate

My body can’t take a health food

Instead of it… much chocolate

Para um amigo.

Caro amigo H.,

 Falo pra você mesmo, que me perguntou algumas várias vezes como ser feliz. Talvez eu tenha uma chave pra isso, e como chaves tem segredos, nem sempre abriram a porta certa pra sua felicidade.

Lembro quando criança que havia em um desses armário escondidos um disco branco com detalhes cinzentos do Milton Nascimento, nunca pude ouvi-lo, e aquilo ficou na minha cabeça, eu sou dessas pessoas curiosas. Desde criança, se tivesse menos vergonha como era nessa época, entraria na sua casa, bem na sua frente, olharia sua estante de discos, livros, seus papéis, suas cartas de amor, suas fotografias. Abriria seu armário como já fiz uma vez, e com grande prazer encontraria uma bela coleção de livros de contos de fadas a ser explorada. Mas, a coisa do Milton me deixara instigada, e lá se foi o disco, e o Milton não era presente, mal sabia. Esses dias atrás, por coincidência estive num show do Milton ,e isso me felicitou muito, mas não foi o suficiente. O Milton é desses caras que escrevem coisas com várias camadas, e gosto disso, por que me proporciona a querer reler, ouvir e ouvir e descobrir as nuances.

Nunca é suficiente, como todas as coisas, eu investigo encontro o Milton mas não fico feliz enquanto não encontrar as músicas favoritas, e abrir e descobrir mais,antigas, lados bs. Isso funciona com livros, e palavras e detalhes. Mas não sou fanática por música, amo música, mas não sou uma rata .

As vezes, quando ando por um lugar perfeito… Você conhece um lugar perfeito? Eleja seu lugar perfeito, por favor, que seja ao ar livre. Meu lugar perfeito é como se eu tivesse morrido e ido para o céu, tenho mais de um lugar perfeito, mas esse lugar perfeito julgo  meu, e quem descobrir, quem puder entrar nesse lugar perfeito comigo, essa pessoa sim saberá que confio nela.

O lugar perfeito é mutável, ele nunca está igual, ele pode estar parecido, por exemplo com a mesma altura de maré, as pessoas normalmente não serão as mesmas. Outra detalhe a se nota é a cor do céu, da água, dos peixes, da luz do sol que reflete na areia na pele da gente que varia de cor depois de um dia de sol.

Mas esse não é meu lugar perfeito, só usei-o como exemplificação. O lugar perfeito você deve ir pra perceber que durante determinada época do ano o ar da estação te trará aquela gostosa e perfeita memória aconchegante. E ao mesmo tempo, você saberá que o detalhe nunca será exatamente o mesmo. Isso levará você acreditar que as coisas podem mudar e evoluir.

Nunca mais falei com você, é verdade, como é que dessa vez irei te contar essa incrível descoberta? E por mais que nos tenhamos tentado elaborar isso, não chegamos a um resultado que você tenha ficado satisfeito naquela época. Eu sempre tentei trazer essa inovação, e você estava cansado de como o mundo de trouxe um áporo. Você achou que explorar o mundo, e se ver livre de tudo que te prendesse seria a solução, mas seria impossível, não tem como se desamarrar disso tudo, seria um marginal, e mesmo um marginal estaria inserido de certa forma, e não contribuindo te poriam na cadeia ou no manicômio.

A questão para mim não seria a grana, não seria a política, talvez eu esteja tentando me abstrair demais do mundo real. Quem sabe que essa loucura um dia não seja um dos níveis da evolução humanidade. Hoje em dia, esses debates deixam ás vezes cansada. Tento não enxergar que muito mais que a maioria da população está encaixotada num mundo de faz de conta da necessidade instantânea. Assim como você, eu sei que tentou isso mais de uma vez. Não importa, é difícil ter que encarar a vida com tanto choque, não se indignar com tudo, e querer se enfiar em outro mundo.

Não queria terminar isso com um parágrafo negativo, por isso concluo com esse, onde quer que esteja, te mandaria um desses antigos cartões de ano novo, dizendo como tenho feito isso todos os dias, e você eu sei que vai se animar, e ainda que não me procure, repense. Mas eu aqui embaixo, imagino que você esteja procurando em qualquer lugar do mundo resquícios disso, e saiba que se eu coleto nos livros e nas árvores, você, eu sei, poderá encontrar nas infinitas amizades, amores, conversas estrangeiras. Aventure-se.

 

Um grande Abraço,

P.

Para que serve o rock?

 

Sabia que você parece com o Jack White? e isso não é um elogio, desculpe. Podia cantar também.

Você podia cantar, eu também poderia cantar, rock ‘n roll é para isso, mas a gente nunca vai ser o Jack White tocando.

Você coloca a fita do White stripes no stereo,aquela que seu amigo te copiou do disco importado, e onde é que acharia isso? Algumas pessoas se reúnem numa escuta de fita, enfumaçada. Que silêncio, e a voz ardida do Jack invade a sala, quando é que a gente vai ter isso? Pra que serve mesmo o Rock? O rock era a esperança não política (e talvez política) e artística de uma geração conjunta.

E aquela multidão encarcerada em seus quartos fumando o que se espera fumar, bebendo e não agindo assim como se deveria, mas estão todos abstraindo, choramingando canções. Vozes caladas.

Não conseguiria resgatar mais coisas positivas sobre rock, embora tenha vivido ele é uma ridícula abstração.

Mas sabe o que é, é uma voz uníssona, chorando o pó gerações entorpecidas pela poesia dos acordes distorcidos, e não importa onde, não importa quando, todos estão enlouquecidos por ela, todos vibram forte. E o ídolo é nada mais que um santo, com esse poder de sublimação, e transportação. É só você escutar uma boa música num bom show, e se você embarcar junto com a multidão , não vai poder decifrar por que isso acontece.

Mas então por que motivo pessoas rezando por um deus que não vem?

Em contrapartida os jovens são levados por seus sentimentos verdadeiros e não por citações condecorosas de como agir, moralismo e regras.

Todos se expressam da mesma forma e algum mentor, conseguiu descobrir o que se passa com todos, era a chave da mitologia moderna, gritar expulsar todos os demônios, ou apenas sentir o que todo mundo sente e expressar.Você encarna esses sentimentos, “tipos” que estão em cada música.

To me sentindo triste, coloco um Radiohead( para mim Radiohead é triste) e você possui essa energia triste ou desconcertante. Acho que quanto mais natural e real for o que está sendo passado artisticamente, mais natural, mais fácil vai ser para se identificar, pra dizer eu também faço parte do sentimento dessa música. A música é essa pequena história. Tem gente que lê bíblia e passa por tantas dificuldades, e o padre ou o pastor diz olha se aconteceu coisas ruins com esse personagem da bíblia e ele superou, por que não se identificar com essa superação?

Na música não, a música é uma história que tem letra e som, e você abraça aquela história aquele sentimento doo mal, de sexo, de raiva, e não te dizem o que deve ser feito, é simplesmente parte de ser uma pessoa e ter sentimentos. È a verdadeira religião que te conectada com a essencialidade de ser jovem e de ter esse espírito livre, que espero que nunca morra, e sempre se traduza por outras linguagens, outras artes.

A loucura

A loucura estava em todo lugar, eu não sei se era por isso que as aulas de psicanálise ficavam cheias. Durantes essas aulas as perguntas  a aula eram quase pequenas consultas.
Eu não sabia  dizer se todos eram realmente desequilibrados, pois a grande maioria dos meus amigos ou era medicada com remédios prescritos, ou se automedicava com outros tipos de drogas. Haviam alguns pobres coitados que se agarravam em qualquer tipo de ilusão. Os que tentavam visualizar a insípida realidade acabavam se enquadrando no primeiro grupo.
Sabia que a qualquer momento ela poderia bater na minha porta, mas talvez não tivesse entrado ainda por que eu tinha medo disso, e buscava entre a razão e o escape de forma alternante, isso me colocava no centro.
E se acaso tivesse ela já instalada?
Mas era tão horrível o ser normal! Um amigo meu costumava me dar um puxão de orelha quando eu usava a palavra normal confrontando com seu estilo de vida peculiar, então ele fazia qualquer trocadilho irritadiços. Depois, refleti melhor sobre isso, como era realmente triste essas máscara uniformizada que a maioria usava.

Quando você se agarra pela busca da felicidade intensa, era o que ele mais me dizia e queria alcançar, precisa ser autêntico. Mas ele ficava frustrado, dizendo que não sabia o que era felicidade, e eu tentava exemplificar como eu fazia isso. Mas eu acho que ele não conseguia, por que ele já havia experimentado tanta intensidade artificial, que quando ele voltava ao cotidiano insípido, não alcança esses altos picos com as ilusões menos perigosas.
Talvez seja isso, não é normal buscar a sua própria felicidade, o normal é se enganar com a felicidade já inventada pelos outros.
Aí, eu me voltava a mim e não tinha esse medo de ficar louca, por que se era pra eu ficar contente, se era pra ser eu, então seria louca.

Os caminhos são outros.

A gente anda pra lá e pra cá, achando que deve fazer isso ou aquilo, achando que no final nossas vidas serão de um jeito determinado. Mas, na verdade, a minha vida eu sinto que não vai ser desse jeito. Que teoricamente é o que se acha de como deve ser a vida comum  das pessoas.

Tem coisas que são simples na vida dos outros, e na minha já foi, tentei, e não é pra mim. E não é por que eu deveria reclamar disso, mas é como se toda vez que eu refuto essas tentativas, e olho pra mim mesma, no fundo eu sei que isso não é pra mim. Não quero que as coisas durem e que eu fique presa ao lado de uma pessoa.

Tem alguns mistérios que me impulsionam pra longe daqui. A coisa não é estar longe simplesmente, mas é como se em mim houvesse algo dizendo pra eu experimentar sublimes sensações visões que só terei em muitos lugares. E eu vou ter que experimentar isso antes que a morte venha.

Tem outros mistério que eu estou aqui querendo saber. Ainda que eu seja cética, às vezes sinto e vejo coisas que me dão um medo mortal. Como se eu fosse entrar por um buraco negro desconhecido, e eu não sou forte o suficiente pra combater isso. Preciso descobrir o que está escondido. E se por um lado eu sendo racional isso não me ajuda muito. As vezes eu acho que teria que encontrar alguém pra me ajudar nessa loucura.

Tenho medo de ficar louca.

Yooo are inside a drawer.

Yoooo. are inside a drawer.

I was remembering about you, your face your voice, and everything today makes me remind of you. This is sad, init. But i try to smile, cause your presence in my life was sparkling.

You, and your yooo, and yoo- makes me different.

I’m trying to complaing less. I’m trying to get into new adventures. I try to get it mostly in my own way!

And you still here in my drawer, your words, your language, your slangs, and i tryed to make your smell for me- smells like green, grass =P

My life now is different, the things I’m doing, my works, new friends, studies.  not everything, but part of me now it came from you.

As I opened the drawer I can’t refuse to see how it still intense.

I need to write it down, and maybe in some way to reach you. What i do??

no words

 

There was something vibrating between us

That burst because of our … maybe more your curiosity.

I could feel it, it was the way I looked to you

More inside,

I could see in your fixed looking into my eyes

That we couldn’t lose this attention…

No

It wasn’t love.

Just a fixed idea of fucking. And I didn’t think that I was causing that feeling on you

But I felt on me , just right down between my legs and your hot hand.

No words, just whispers